Após um longo semestre de muito aprendizado, trabalho e diversão, finalmente chegamos ao resultado final do estudo proposto pelo professor Rogério. A ideia era propor uma intervenção no terraço da Maison Ozenfant, de Le Corbusier, retomando os sheds - os quais foram violentamente removidos - e deixar o resto por conta da nossa criatividade.
Eis aqui o meu resultado final:
Foi um semestre lindo, valeu muito a pena. Obrigado e abraaaaço.
Cenografando a Vida
por Pedro Augusto Dal Molin
domingo, 18 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Ofurô: o sublime lugar do calor
"Contam as antigas escrituras Japonesas que graduados Monges Zen, quando construíam Monastérios (século XII), primeiro montavam uma sala de meditação com um Ofurô anexo, para depois dar inicio a construção do prédio principal.
Os Samurais (Século IX ao XIX), bravos guerreiros com seus rígidos códigos de Honra, adotaram a filosofia Zen para manterem um autocontrole da mente mesmo sob combates mortais. A prática do Zen incluía entre outras coisas o banho de Ofurô para uma purificação mental.”

A origem do ofurô, e seu significado, vão ao encontro de minhas ideias para a cobertura da Maison Ozenfant. Um lugar capaz de relaxar e inspirar. Além disso, vejo uma relação bastante atraente (e molhada...) entre o ofurô e o espelho da água, o qual terá partes cobertas pelo tal piso de vidro. Atrai-me muito a possibilidade de tomar um banho quentinho no cenário romântico proporcionado pela Av. Reille e pela Square de Montsouris.
No meu projeto, o ofurô será implantado no espaço externo. Isso praticamente impossibilita o uso do equipamento de dezembro a fevereiro, pois o frio, nessa época, é extremo. Porém, para o resto do ano, a banheira japonesa garantirá o relaxamento e a diversão do artista e seus convidados. O modelo do ofurô para a cobertura é baseado nisso aí abaixo. O modelo comporta quatro organismos humanos.
Ressalta-se que para que a implantação do ofurô seja um sucesso, deve-se pensar muito bem o ambiente ao redor. Madeira e vegetação são praticamente imprescindíveis para criação de uma atmosfera zen. Fui atrás de referências para a concepção desse espaço, e encontrei algumas coisas interessantes, que ilustram esse post.
Em algumas dessas imagens o que vemos são jacuzzis, e não propriamente ofurôs. As jacuzzis são aquelas banheiras brancas (aliás, Jacuzzi na realidade é uma marca, assim como Xerox e Canson), enquanto os ofurôs são as banheironas nipônicas redondas. Segundo a vida, “alguns preferem jacuzzi por seus estimulos musculares que relaxam e revitalizam todo o corpo, já outras pessoas preferem os ofurôs por seus banhos aromáticos que revitalizam a mente, e dão um sentimento de paz e tranqüilidade.”
Essa imagem acima parece muito Photoshop. Mas não importa, eu QUERO ir aí!
Depois de ver essas imagens, NADA pode ser melhor que tomar um lindo banho num mais lindo ainda chuveiro. Frio. Abraço.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Aprendendo a usar o SketchUp
O SketchUp é uma poderosa ferramenta de criação e representação de projetos. Seu aspecto mais interessante está na simplicidade e na intuitividade. Exatamente por isso, é extremamente fácil aprender a usá-lo. Para ficar mais fácil ainda, o Google disponibiliza uma série de vídeo-tutoriais iniciais. Para quem nao tem ideia alguma sobre o funcionamento do programa, é uma introdução bastante válida. Para quem já manja um pouquinho, os tutoriais também tem valor, porque trazem algumas dicas bem úteis.
Os tutoriais básicos podem ser encontrados aqui. São em inglês, mas a mina do Google fala de forma bastante sexy pausada.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Pisos de Vidro
Pisos de vidro são fascinantes! A possibilidade de “caminhar flutuando” transmite sensações, digamos, peculiares. Para o projeto de uma cobertura para a Casa Ozenfant, de Le Corbusier, o conceito de piso de vidro será utilizado. A mesa de trabalho do pintor será introduzida sobre um piso de vidro. Sob esse piso, água. Se Jesus caminhou sobre as águas, o pintor fará ainda melhor: produzirá arte sobre as águas. Fascinante, não?
O texto abaixo trás algumas informações básicas a respeito do uso de pisos de vidro. O texto completo pode ser encontrado em: http://www.arcoweb.com.br/tecnologia/pisos-e-escadas-de-vidro-transparentes-ou-27-09-2005.html
A utilização do vidro como material para compor pisos e escadas permite ao arquiteto conceber formas incomuns, coloridas e iluminadas. Transparentes ou opacos, esses elementos assemelham-se a tapetes de luz e podem ser especificados tanto pontualmente, em residências, como em áreas de grande circulação de pessoas.
O processo de laminação, que obedece a alguns critérios especiais, garante a alta resistência mecânica, em função das cargas distribuídas, enquanto o tipo de acabamento proporciona transparência ou superfícies diferenciadas, quando se utilizam lâminas de vidro impresso ou serigrafado. Também é possível usar uma película antiderrapante, que aumenta as condições de segurança das pessoas.
O dimensionamento correto deve considerar características como tipo de vidro, espessura e transparência, definidos conforme o projeto. Diferentemente de outras aplicações, não é possível mensurar exatamente o número de pessoas que caminhará sobre uma área envidraçada ou se reunirá sobre ela. Ainda não há normas brasileiras específicas para esse uso. Por isso, os projetistas utilizam como parâmetro as internacionais, especialmente as européias, e alguns critérios estabelecidos pela ABNT para envidraçamentos em geral.Em projetos de pisos devem ser utilizados vidros de segurança laminados, que possuem alta resistência mecânica. Caso ocorra quebra, os fragmentos ficam presos à película de PVB. As chapas podem ser temperadas ou não, porém não é permitido laminá-las com características diferentes: todas devem receber o mesmo tratamento.
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